quarta-feira, 30 de maio de 2012
das coisas que só acontecem com migo (kkk), mas provavelmente não.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
sua ligação é muito importante pra nós
sexta-feira, 18 de maio de 2012
post reveal
quinta-feira, 10 de maio de 2012
mas que falta de abuso ca família brasileira!
quinta-feira, 19 de abril de 2012
a mãe acha que é uma lady

- fia, cê tá emagrecendo, tá perdendo peitos.
- é mêmo? o último sutiã que eu comprei é tamanho 50, acho que ainda não há razão pra pânico.
*****
- por que cê nunca pegou o ***fulano***?
- não faz muito meu tipo. tá certo que o conjunto da obra poderia até funcionar em tempos de desespero, mas acho que eu me arrependeria 3 minutos depois.
- mas você e ele têm tanto em comum:
* bem vestidas;
* hipster;
* a mãe acha que é uma lady;
* é tudo bitch e viado;
* quer um homem pra chamar de seuOPA.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
#chatiada
Eu me pergunto se tem um número máximo de neurônios que o cerumano pode ter pra desempenhar com graça, alegria e desenvoltura a atividade de ir à cadjmia. Porque eu, pessoa extremamente inteligente e cheia de neurônios, odeio.
E não é porque agora eu estou chubby que eu odeio a academia e não é porque eu estou chubby que eu vou à academia. Tamos nessa desde sempre, desde quando eu pesava 48kg e um dia a profes me proibiu de entrar na aula porque gastava calorias demais e eu ia morrer. RISOS.
E também não é por causa da minha chubbyness que eu não aprecio o ambiente, porque na minha academia tem vários tipos de cerumanos.
As biscate
Tem em todas cadj, né? Aquela gente que financia a maluquice da “““““moda””””” fitness, com aquelas calças de estampas que fazem Chanel chorar limão, regatinha descombinando e total ausência de top, uma vez que silicone não despenca nem quica. Gente, por que pessoas com pouco ou nenhum problema de visão vestem aquelas calças? É pra aumentar o derriê? É pra atrair o olhar? Hoje, no globo repórter. Acho deselegante.
Talvez eu devesse me sentir intimidada pelas biscate, uma vez que aparentemente é delas o pipi coração dos moço munito, mas eu prefiro ser essa metam... COF essa pessoa básica, discreta e meio fofinha do que usar aquelas estampas pavorosas e ter aquele cabelo que mesmo num ponytail chega na busanfa, caquela progressiva castigando as pontinhas. Deusulivre.
As magra
Tem uma espécie muito bizarra na minha cadj, que é a das criaturas com desnutrição ou anorexia. A pessoa parece que vai desmontar ali no supino (nei sei o que é supino, tô chutando) de tão raquítica. Mas todas têm pochete. Tem uma, incrusível, que além da pochete metafórica, tem uma física. E eu rio loucamente cada vez que ela aparece pra correr naquele aparelho que não corre, sacoé? Aquele filho de bicicleta com esteira que deixa 10 entre 10 usuários com cara e movimento de retardado? Imagina com pochete.
Não sei se tenho dó dessas moça desesperadamente querendo músculos ou se tenho dó daquela pancinha miserável que não se vai. Sogorda mas não sou pançuda, fica aqui meu beijo.
As gorda
Se eu tivesse que escolher obrigatoriamente uma categoria, seria essa, porque né? Não sou biscat, não sou anoréxica, não usaria legging estampada (que a fia provavelmente compra com o nome de ‘leg’ no lojão da economia new ou na kas, não sei), não usaria pochete nem que me obrigassem. Só sobrou as gorda. Só que são umas gorda total new level of chubbyness. Nega sobe na esteira e anda mais devagar que eu quando tô no shopping, sabe? WHAT’S THE POINT, FIA? Ou senta na bicicletinha e fica assistindo malhação, porque obviamente, apesar da TV a cabo, é malhação que passa na minha cadjmia.
As chubby muito me dão força de vontade, porque é olhar pra elas e ver que eu estou pedalando a 30km/h e ficar pensando “melhor que isso eu tô”.
E tem eu.
A pessoa de alma magra e corpo fofo, com neurônios demais pra apreciar esse inferno repetitivo.
Aí você pensa: mas e os menine? Não compensa?
Hahahahahahahahahahaha não.
Porque tem
Os moleq
Quano foi que a lei mudou e dimenor pode passar a freqüentar a musculação? O que tem de pirralhinho lá, falando “ai, minha mãe tá preocupada com o tamanho que meu braço tá ficando” num tá escrito. Nego praticamente tem que deixar a chupeta (ops) no vestiário pra ir lá puxar ferro. Sinto pena dessa geração.
Os gordo
Que coisa chata é gordo
Os velho
Meldels, como tem velho nessa cadj. Tem um que faz os exercícios com uma bermudinha de sarja e cinto de couro, é sensacional. Com aquelas perninhas magrinhas de vovô, é excelente.
Teve um tempo que um calega meu de trabalho, muito idoso, fazia bicicleta no lado da minha. Aí eu fiquei doente e passei uns 2 meses sem ir. Aí ele veio até minha sala, pra me avisar que quem não vai à academia fica gordo e eu já tava uma bola. ADORO VELHO
Só gatos
Hahahahaah só que não. Tem um. UM. Um *rapaz* bem afeiçoado no ambiente. Obviamente deve ter 1,70m de altura, porque bonito e *fortchinho*, tem que ter alguma coisa faltando. Ou sei lá, o que falta é neurônio, porque o menino é tão bem talhado que deve ser das pessoas que de fato apreciam o ambiente. O bom é que quando ele para na frente da minha bicicleta, eu pedalo mais rápido. Acho que meu cérebro acredita mesmo que dá pra alcançar e sai assim mandando estímulos *ui* pros músculos. Da última vez eu quase caí da bici.
Mas a maioria é mesmo de camarão, sabe? Nego passou na fila 8 vezes pra ser feio, aí vai lá compensar
*****
O que eu mais odeio na cadjmia é a vibe de que todos voltaram pra era das cavernas e ta tudo super ok. Aquela gritaria, aquela música maravilhosa, aquele cheirinho... Aquele vestiário estúpido sem janelas, em que as menine insistem
Aliás, o vestiário engloba todo o horror do ambiente. Acho incrível a existência essas pessoas que acreditam em banho comunitário, com todo mundo vendo suas banha e seus derriê. Tem uma tia que ultrapassa todos os limites. Ela faz pipi de porta aberta e aí sai cas calça arriada em direção à pia, pra lavar as mãozinhas. CAS.CALÇA.ARRIADA. Não contente, ela tira a roupa toda no meio do vestiário e sai espalhando pelo único banquinho do local. Coloca até o tênis em cima de onde a gente senta (sentava, né? Não encosto nem meus lixo lá mais), senta lá sem vestimenta (*gorfa*), cata shampoo, toalha e sabonete e vai.
Quase tenho vontade de me trocar no meio da escada mesmo, pra evitar esse pavor.
*****
Cêis ainda lembram que tinha UM rapaz bem afeiçoado no local? Pois então, em tudo que é aula que eu faço, ele é meu único assunto. Incluindo o fato de que ele deveria ser burro, porque né? E sempre que eu falava dele, tinha uma tia over interessada em saber quem era o menino. Temi pelo casamento dela, mas quiqui C A de fazer? Ontem finalmente mostrei quem era o moço pra tia. Qual não foi minha surprise quando ela disse “oi, Junior” e ele respondeu “oi, tia”?
Todas morre e pretende nunca mais voltar à academia.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
um príncipe em minha vida
Tem um sapo morando na minha varanda.
Odeio sapo.
É uma coisa meio bizarra pra pessoa moderna, moradoira de capital de estado e do centro urbano ter que conviver com um sapo.
Quano que eu moravo no interior, houve um trauma, sabe? Meu lar era na última rua antes da rodovia e entre meu lar e a rodovia tinha metros e metros de mato. Os sapinhos nasciam no mato e iam morar atrás da máquina de lavar roupa, daquelas jovens que têm o motor exposto. E eu tinha PA-VOR de explodir um sapo na hora dos afazeres domésticos. Eu tinha 12 anos e lavar roupa já era meu esporte caseiro favorito e todo dia era um tormento quando eu via todo mundo sentar contra o vento pegar a vassoura e cutucar um, dois, três, vinte e cinco sapinhos debaixo da máquina de lavar até o mato, de modos que eu pudesse ameliar em paz.
Odeio sapo.
Aí tem outro trauma que não é exatamente próprio, mas é. Sapo e cachorro não são amigos e eu tenho um cachorro. Que agora só passeia à noite sob supervisão constante, porque cachorro é tudo tapado e a primeira coisa que ele faz ao sair é cutucar o sapo com o nariz. Se fosse com a vassoura, poderiam até achar que fui eu que ensinei.
Olha, eu não sei exatamã o que o sapo faz com o cachorro, mas sei que o cão da minha tia, meu primo foi atacado ferozmente por um sapo e precisou ir pro hospital duas vezes por causa do veneno. E hoje em dia ele tem algumas sequelinhas que o médico diz que foram causadas por esse lindo encontro só que não. De modos que eu tenho PA-VOR que o sapo assassine meu cachorro.
Odeio muito sapo.
Felizmente eu sou uma pessoa de alma boa, que jamais machucaria um bicho. De modos que se a pessoa leitora deste blog sugerir alguma forma de violência contra o sapo, sofrerá alguma maldição, já tô avisando. Mas que é muito deselegante o sapo ir morar no meu solar sem ser convidado, isso é.
Infelizmente eu sou uma pessoa fresquinha e não tenho condição emocional de enfiar o sapo numa caixa ou em qualquer recipiente não maligno pra soltar num lindo brejo cheio de moscas, onde ele seria feliz pra sempre. Não é possível que esse sapo não sinta solidão na minha varanda!
Sigo então odiando esse sapo dos infernos, que faz com que eu tenha que passear com o cachorro de vassoura em punho e com visão noturna ativada, porque nem pra ser colorido e super visível em pouca luz ele serve.
Tô aqui pensando se não seria o caso de dar uma beijoca nele e ver se de repente não é meu príncipe trabalhado no feitiço que tá por ali, olhando pra minha janela o dia todo, sofrendo em silêncio no meio das prantinha do quintal, esperando que eu veja nozolho dele que é só eu fazer a Tiana e seremos felizes para sempre.
quarta-feira, 21 de março de 2012
porque o mundo não para pra gente ficar chorando

- Vanessa?
- Oi.
- Como que eu mando isso aqui que eu tô escrevendo no Word por email?
- Salva em algum lugar que você se lembre, abre o email e me chama de novo.
...
- Pronto. Mas o gmail tá diferente, será que aquela menina de informática mexeu aqui e estragou meu computador?
- Não, o gmail às vezes muda mesmo.
- Onde eu vou?
- Clica em “novo” e procura onde tem “inserir anexo”.
- Tá. E agora?
- Vai lá e pega o arquivo onde você salvou.
- Onde eu salvei?
- Eu não sei! Você não lembra?
- Não tá onde eu salvei, será que aquela menina de informática mexeu aqui e estragou meu computador?
¬¬
- Vai lá e salva o arquivo de novo, mas vai em “salvar como”, e presta bem atenção onde você guardou. Aí me chama.
...
- Pronto. Abri o gmail, tenho certeza que aquela menina de informática mexeu aqui e estragou meu computador... Inserir anexo, pronto. Acheeeeeeeei o arquivo, nossa, deu certinho, pronto. E agora?
- Agora a barrinha azul vai terminar de carregar e é só isso.
- Só isso?
- Só.
*dois dhias depóóóóis*
- Vanessa, o fulano não recebeu meu email, será que aquela menina de informática mexeu aqui e estragou meu computador?
DAI-ME FORÇAS, SENHOR.
- Vamos lá de novo, passo a passo. Abre o gmail, anexa e me chama.
...
- Aí, ó! A barra azul carregou! Será que foi?
- Foi o que?
- O email!
- Mas você nem mandou ainda!
- Ah, tem que mandar? Colocar endereço e tudo? Você falou que depois que carregasse o azul já tava pronto e eu só fiz isso da outra vez.
FOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOM
Só dels sabe o que eu passo.
segunda-feira, 19 de março de 2012
pelo direito de ficar triste.
Eu tenho sorte. Minhas pessoas morrem pouco, morrem de velhas. É uma frase horrível, mas acho que a única coisa que consola a inevitabilidade da morte é pensar na vida de quem morreu. Se foi longa e feliz, ao menos no nosso ponto de vista, é mais fácil suportar a dor da perda. Pelo menos é assim comigo.
O pior da morte é sobreviver a ela. É ter que ir ao banheiro, tirar o lixo, trabalhar, comprar pão. Essas coisas estúpidas que temos que continuar fazendo porque o mundo não acabou e a vida não para. Acho um desrespeito da vida com quem perdeu alguém.
Minhas mortes anteriores foram espaçadas e em circunstâncias especiais, como quando meu avô paterno morreu no dia em que eu estava no hospital perdendo um rim. Sabe? Perdas
Diferente de quando meu cachorro morreu de velho, mas de surpresa. Acordou bem, se sentiu mal, foi ao hospital e morreu. Tudo em menos de 12 horas. Eu, que nunca peço pra faltar ou sair mais cedo do trabalho, pedi pra ir ao crematório. Cinco anos atrás.
No ano passado, quando fui pedir pra faltar três dias pra ir a um congresso internacional, a resposta foi “é até um alívio que o motivo seja esse, vindo de alguém que falta pra funeral de cachorro”. Cinco. Anos. Depois.
Não entendo quem quantifica a dor da perda. Não entendo quem compara. Não entendo quem não entende.
Vinte dias atrás, quando meu avô materno morreu, eu tive que ir a uma reunião de trabalho. Obviamente chateada – porque reuniões são atividades inúteis da humanidade e porque eu queria sofrer em paz – vi quando um conhecido da família avisou meu chefe a respeito. Porque eu nunca aviso, não gosto daquele desejo de pêsames vazio e não gosto de ninguém interferindo no meu processo de dor. Eu prefiro evitar assuntos tristes (e isso é problema meu).
Ao ouvir a notícia, ele veio desesperado “nossa, o que aconteceu com seu pai?”. E quando eu disse que foi meu avô, não meu pai, levei dois tapinhas no ombro, seguidos de “ahh, então não é nada”. Virou e foi embora.
Mas esse foi só o segundo lugar no ranking. Em primeiro lugar ficou a pessoa que ouviu a notícia por outros e não se conteve. “Seu avô morreu? Poxa, eu perdi minha ex-empregada também, a vida é uma coisa triste às vezes”.
Não é incrível a sensibilidade humana?
E eu sou uma manteiga derretida nesse mundo feito de gente com as ferraduras recém polidas. E eu choro porque é triste e eu choro porque as pessoas são idiotas e eu choro porque a louça precisa ser lavada, mesmo que seu coração doa.
A perda que eu sofri essa semana é do tipo que ninguém considera. A perda que eu sofri esta semana é a que eu mais temi em toda a minha vida. Foi aquela que tirou meu sono por antecipação, que me fez pensar duas vezes em um milhão de situações. Foi a que me fez mudar os planos incontáveis vezes, foi a que me impediu de sair de casa, de viajar, de viver despreocupada.
E eu morri um pouquinho quando percebi a inevitabilidade. Eu morri um pouquinho quando virei a general do plano de salvação. Eu morri um pouquinho quando disse quem faria o que, quando gritei, quando arremessei celulares e o que tivesse na minha frente. Eu morri quando peguei um taxi que andava a 2km por hora e morri quando eu cheguei tarde demais e quando eu tive que olhar pela última vez e dizer tchau. Eu, que nunca tenho coragem de dizer tchau.
Eu morri um pouquinho quando meu maior medo virou realidade.
Eu morri um pouquinho e todo mundo superou mais rápido que eu.
E amanhã é segunda-feira e eu tenho milhões de coisas estúpidas pra fazer nas segundas e eu vou deixar metade delas pra lá. Porque é muito injusto que a vida continue, quando meu coração está em pedacinhos.
São Francisco, segura minha mão. E segura a mão do meu amorzinho também.
(E, por favor, não deixa mais ninguém morrer neste ano, porque eu não agüento.)
quarta-feira, 7 de março de 2012
diário de uma magra acima do peso
parte I
Não sei nem por onde começar.
São 10 dias de controle alimentar e eu já quero morrer só um pouquinho e só voltar quando tiver acabado. Eu me transformei de pessoa normal (oh wait) em pessoa que só.pensa.em.comida. E quando chega a hora de comer, eu quero fazer qualquer coisa, menos isso.
Porque tem gente achando que eu estou tomando moderador de apetite and I wish, mas não estou. De modos que eu morro de fome o tempo todo, uma vez que não posso comer NADA do que eu realmente gosto. Mentira, posso comer abobrinha. Ontem considerei comer abobrinha no café da manhã. Veja só a situação da minha pessoa.
O que eu estou tomando é um regulador de metabolismo. Veja bem, não é acelerador, é REGULADOR. Porque meu metabolismo não está lento, ele está só ignorando algumas comidas. Podia conversar com meu sistema imunológico, que não ignora nada e aprender comofas. Ou, sei lá, meu sistema imunológico que poderia aprender a ignorar uma coisa ou outra. VOCÊS ESTÃO TRABALHANDO TROCADOS!
Assim, eu posso comer carboidratos, só não posso comer os que eu gosto, tipo batata. Tipo pão. Não sei que graça tem viver nesse mundo de comidas estúpidas, tipo carne.
Aliás, uma pequena lista de comidas cujo cheiro já não consigo mais sentir: frango, peixe, ovo, alface.
Eu me tornei uma pessoa que não gosta de falar. Sério, achei que nada fosse capaz, mas eu não quero mais falar, sobre nada, com ninguém. Meu humor está péssimo e eu sinto raiva das pessoas no restaurante e na rua, só porque elas estão comendo o que eu não posso ou porque elas não pesam mais de 60kg. Ou porque elas são gordas e nem ligam.
Aliás, a primeira coisa que se desenvolveu no meu eu foi a revolta. Eu nunca fumei, nunca bebi, nunca comi como se não houvesse amanhã, nunca descontei frustrações na geladeira. POR QUE EU TENHO QUE FICAR SEM COMIDA? Eu não fumo e tenho asma. Eu tenho asma e tenho que tomar remédio. Eu tomo remédio e tenho que ficar sem comer. Sabe? Revolta.
E, mais uma vez, minha santa mãezinha prova que adquiriu lugar no céu só por ter que me carregar como fardo. Nunca vi tanta comida diferente com a mesma meia dúzia de ingrediente
10 dias done, 20 dias to go, dels meajude e todos torce pra que eu não morra antes de março acabar.
Ou ao contrário, dependendo do seu apreço pela minha pessoa.
(É muita derrota a pessoa ter que comer sem pão e batata, mas odiar carne e ter alergia a queijo hahahaha. DERROTA.)
